Flor de Laranjeira


Ó, flor de laranjeira, rica calmaria,

tende piedade da minha chama fria,

dai suavidade à minha agitação.


Estou qualquer coisa de um tremor cansado,

de um frio descompensado à brisa quente.

Não há bafo de mormaço que me esquente!


Já não é um momento, tornou-se uma fase,

menos triste que a de ontem, mais alegre que a da noite,

quando os fantasmas sopram ares de suspeição.


Estou abraçada ao macio da almofada,

aguardando vir a água, fustigada pelo fogo,

unida à flor de laranjeira, acalentar minha prisão.

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