Essência



No Livro Maior, cantam, as vozes dos profetas,

verdades míticas e arquétipos, vivos, sempiternos.

Falam pouco do efêmero; muito, de outros mundos;

e mundos de muitos outros: alados ou terrenos.


Nos livros menores, cantam, os pequenos sonhadores,

as insânias de estarem presos às áridas irrelevâncias,

enquanto os seus corações irmanam-se, fiéis nas dores,

às alcovas dos poetas mortos, em si, ainda crianças.


A beleza de tal áureo canto não nasce ou irrompe,

senão da cor mais doída e rubra: a tinta do teu sangue,

que faz parir, entre gritos e gemidos, do ventre eterno,

a plúmbea névoa do fugaz e a sua nívea e radiante cura.


Deise Zandoná Flores

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