HADES - entre mortos e esquecidos


HADES - ENTRE MORTOS E ESQUECIDOS

A perda da alma e o raptor, o invasor de sonhos e o predador... E o homem é sugado ao olho do tornado onde o silêncio é apatia; o movimento, letargia e a mudança inexiste.

O inferno é um deserto sem Deus, gélido e eterno: um mesmo instante de um mesmo dia que nunca termina.


Depois de ingeridas as sementes de romã, o Hades se faz pouso necessário e anfitrião austero à espera de seus hóspedes: pálidas sombras do que outrora foram homens e ora vagam esquecidos. O Reino do Oblívio talvez seja o único que não torture os loucos já cravejados de tormentos.

Trancado pelo lado de dentro com as chaves nas mãos, o atormentado oculta-se como potência de vida no centro do deserto, assim como as sementes que jazem ocultas sob a terra.


Com os bolsos repletos de sementes, perambula inconsciente de que as flores de narciso precisam de perdão para florir."

297 páginas.




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