Cosmo


Se eu tivesse o brilho que reluz em teus olhos, eu seria um holofote ou - quem sabe - o próprio sol. Se eu fosse o infinito que transborda da tua alma, eu seria o Amor ou - quem sabe - a Criação. E há um Cosmo para onde eu me dirijo, a partir do niilismo e da falta de sentido. E há um raio de loucura no infinito, que afasta o suicídio e - quem sabe - a depressão. E onde quer que eu tropece, tu me ergues em tuas mãos. Fazes de mim santa ou heroína, flor divina, dádiva em botão. Tenho a luz brilhante que me atribuis e o leito serenante ao que teu amor me conduz. Tenho o afago de uma força que não vejo. Guardo em mim teu beijo, do início ao fim do desejo. Deise Zandoná Flores

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